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Nuvem de palavras com base no programa de Rui Rio [PDF]



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Nuvem de palavras com base no programa de Elisa Ferreira [PDF]


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Nota - Foram retiradas palavras irrelevantes para a representação visual do sentido global do texto (como "nomeadamente" e "outras").


Boas notícias para a mudança de paradigma

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Lições do West Seattle Blog

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Vale a pena ler no New Business Models For News as "lições" de Patrick Sand e Tracy Record, o casal que gere e mantém o WestSeattleBlog.com. Jornalismo (hiper-)local que está a gerar receitas.

Destaco algumas:

  • We sponsor a number of community events. It sounds mercenary, but there's a lot of ways that you end up networking out of those. We run a banner on a local foot ferry to downtown Seattle.
  • We offered a free seminar to help businesses interact with their customers on the web. It wasn't an advertising pitch, we provided some basic information like setting Google alerts so you know if your business is being discussed someplace on the web.
  • we don't believe people are ready for self-service advertising yet. In some contexts they are, but a larger portion need service. I'm not being stupid like the travel industry that said people are always going to need travel agents. It'll get to the point where people are ready for self-serve, but it isn't there yet.
Mais no

Data(journalism?)

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The ability to turn data quickly into analysis and editorial product is key for the future of journalism. The question is whether these datahounds will be working for media or tech companies, or combinations of the two. Stephen Baker - BusinessWeek Online - Blogspotting

"A transparência é a nova objectividade"

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A ideia (ou mito) da objectividade foi sempre uma parte fundamental da cartilha jornalística e do pensamento em torno da profissão. Apesar de contestado por vários teóricos (e também por muitos jornalistas), a ideia de verdade e da sua busca ainda enche muitos discursos de repórteres.

A Net vem ajudar a deitar por terra esta mitificação. "A transparência é a nova objectividade", disse hoje, no Personal Democracy Forum, David Weinberger, que falava sobre a Wikipédia mas cujo discurso se aplica à tradicional voz da verdade das empresas jornalísticas.

Há dois casos recentes em que se vê que esta ideia já encontra eco nas mais esclarecidas empresas jornalísticas:

- Despesas dos deputados britânicos - A maior e mais pertinente experiência de crowdsourcing da breve história dos media digitais?

Com quase meio milhão de páginas de documentos para rever, levaria demasiado tempo ao "Guardian" para descobrir potenciais irregularidades. Pois bem: o jornal disponibilizou os documentos para os leitores (ainda faz sentido falar apenas em leitores?) colaborarem na tarefa titânica.

Mais de 22 mil pessoas participaram.

- Irão - Sem enviados especiais (por proibição de Teerão) e com uma avalanche de dados em bruto (fotografias no Flickr, vídeos no YouTube, tweets, posts em blogues) para processar, os media reposicionaram-se como filtros, curadores e acrescentadores de sentido.

"Process journalism" em vez de "product journalism", resumiu Jeff Jarvis.

De novo, o "Guardian" destacou-se na solução apresentada: liveblogging com links para aquelas e outras fontes, incluíndo outros media.

Até quando?

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Já aconteceu (nos sites do Sol e da RTP, nomeadamente) e volta a acontecer. O Sol volta a utilizar uma fotografia do JornalismoPortoNet (JPN), um jornal com direito a ser respeitado e a ver cumprida a sua licença Creative Commons, apesar de ser produzido quase na totalidade por alunos (com muito mais sentido ético nestas matérias que estes órgãos, diga-se). Curiosamente, apesar de só agravar as coisas, esta fotografia é de um profissional que trabalha, ocasionalmente para o JPN.




O que é mais grave - e, sobretudo, incompreensível é que o semanário terá um número infindável de fotografias de Teixeira dos Santos para ilustrar esta notícia. Mas Google é um caminho mais rápido. Até quando vai durar este "vale tudo" em alguns meios digitais portugueses?



Integração multimédia

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O PortugalDiário volta a marcar pontos no aproveitamento do meio online.

Entrevistaram o vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Lino Ferreira, em directo (transmitido em vídeo).

O vereador respondeu a perguntas enviadas pelos comerciantes do Mercado do Bolhão.

Os vídeos foram depois editados e estão agora numa peça que segue a linguagem de balões (palavras ou frases que abrem uma janela de vídeo, som ou imagem) introduzida por cá pelo JPN.

Lógicas de grupo

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122 trabalhadores despedidos num grupo de media português com menos destaque no JN.pt (às 21h40 de hoje) do que 100 na Google? Difícil de entender, senão segundo as propaladas "lógicas de grupo".

Mais importante: é triste que, nesta já triste história, segundo o Expresso, estes despedimentos poderão ser especialmente sentidos "nas delegações no Porto dos diários com sede em Lisboa". Nada de novo, novamente, segundo as "lógicas de grupo".

Mais motivos para sorrir no início de 2009

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Duas boas notícias:
- o MEC voltou aos jornais numa base mais regular (todos os dias no Público);
- o MEC responde aos seus leitores no Público.pt.

O que é curioso é que ninguém lhe deve ter pedido para tal como parte de uma "estratégia" - lembro-me quando ele apareceu no Fórum Sons, a responder a pessoas que ali tinham entrado depois de ele ter falado do mesmo fórum no então jornal Blitz.

Eis como a tão falada "interactividade" dos media online não tem nada de vanguardista ou ciência espacial. Trata-se apenas de uma questão de boa educação e bom senso.

Um bom trabalho vídeo na Internet

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Dos sites noticiosos portugueses com produção vídeo, o da Rádio Renascença é o que me parece mais consistente e interessante.



"Linhas Quebradas - Retratos de um Concelho em Crise", sobre o problema do desemprego em Barcelos, apresenta uma estrutura por capítulos (que lembra o MediaStorm) - uma forma eficaz de contornar o velho problema dos vídeos longos na Net sem sacrificar o poder da história.

Pena que o site da RR tenha tantos problemas e, por isso, não dê o devido destaque a estes trabalhos.

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