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    <title>Pedro Rios</title>
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    <title>2009 em discos</title>
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    <published>2009-12-31T16:22:40Z</published>
    <updated>2009-12-31T16:27:19Z</updated>

    <summary><![CDATA[Tope geral1. Animal Collective - Merriweather Post Pavilion2. Sunn O))) - Monoliths &amp; Dimensions3. Emeralds - Emeralds4. Blues Control - Local Flavor5. Ben Frost - By The Throat6. Richard Youngs - Beyond the Valley of Ultrahits7. Ducktails - Ducktails8. Major...]]></summary>
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        <name>Pedro Rios</name>
        
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        <![CDATA[<img src="http://www.bodyspace.net/imgs/artigos/tops2009/individuais/animalcollective2.jpg" width="450" /><div><br /></div><div><div><b>Tope geral</b></div><div><br /></div><div>1. Animal Collective - Merriweather Post Pavilion</div><div>2. Sunn O))) - Monoliths &amp; Dimensions</div><div>3. Emeralds - Emeralds</div><div>4. Blues Control - Local Flavor</div><div>5. Ben Frost - By The Throat</div><div>6. Richard Youngs - Beyond the Valley of Ultrahits</div><div>7. Ducktails - Ducktails</div><div>8. Major Lazer - Guns Don't Kill People... Lazers Do</div><div>9. Morrissey - Years of Refusal</div><div>10. Dizzee Rascal - Tongue N' Cheek</div><div>11. Richard Youngs - Under Stellar Stream</div><div>12. The XX - XX</div><div>13. Norberto Lobo - Pata Lenta</div><div>14. Sun Araw - Heavy Deeds</div><div>15. Ducktails - Landscapes</div><div>16. Sir Richard Bishop - The Freak of Araby</div><div>17. Tropa Macaca - Sensação do Princípio</div><div>18. Real Estate - Real Estate</div><div>19. Evangelista - Prince of Truth</div><div>20. Six Organs of Admittance - Luminous Night</div><div>21. Aquaparque - É Isso Aí</div><div>22. Nite Jewel - Good Evening</div><div>23. James Blackshaw - The Glass Bead Game</div><div>24. Sun Araw - In Orbit</div><div>25. Magik Markers - Balf Quarry</div><div>26. Mountains - Choral</div><div>27. Sonic Youth - The Eternal</div><div>28. Manuel Mota - Sings</div><div>29. Bill Calahan - Sometimes I Wish We Were An Eagle</div><div>30. Grizzly Bear - Vecktimest</div><div><br /></div><div><b>Tope português</b></div><div><br /></div><div>1. Norberto Lobo - Pata Lenta</div><div>2. Tropa Macaca - Sensação do Princípio</div><div>3. Aquaparque - É Isso Aí</div><div>4. Manuel Mota - Sings</div><div>5. The Weatherman - Jamboree Park at the Milky Way</div><div>6. Coclea - Beams</div><div>7. Old Jerusalem - Two Birds Blessing</div></div>]]>
        
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    <title>2009, ano de fantasmas, memórias VHS corroídas e palmeiras de plástico</title>
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    <published>2009-12-31T16:15:35Z</published>
    <updated>2009-12-31T16:26:08Z</updated>

    <summary><![CDATA[2009, ano de "hauntology" vinda do Reino Unido (via Broadcast, que escandalosamente ainda não ouvi, e movimentações dubstep e pós-dubstep), mas sobretudo dos Estados Unidos, via Ducktails, James Ferraro, Spencer Clark, Nite Jewel, Gary War.&nbsp;Ariel Pink (a par de Ferraro,...]]></summary>
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        <name>Pedro Rios</name>
        
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        <![CDATA[<div style="text-align: center;"><img src="http://c1.ac-images.myspacecdn.com/images01/85/l_83cc0a966856bf9b82f68f4fa7d77f58.jpg" height="300" /></div><div style="text-align: center;"><br /></div><div style="text-align: left;"><div style="text-align: left;">2009, ano de "hauntology" vinda do Reino Unido (via Broadcast, que escandalosamente ainda não ouvi, e movimentações dubstep e pós-dubstep), mas sobretudo dos Estados Unidos, via Ducktails, James Ferraro, Spencer Clark, Nite Jewel, Gary War.&nbsp;</div><div style="text-align: left;"><br /></div><div style="text-align: left;">Ariel Pink (a par de Ferraro, guia espiritual desta juventude) esteve calado, mas assinou pela 4AD, oficializando a tendência (a que David Keenan chamou de hypnagogic pop - muitos não gostaram do rótulo, eu acho que o artigo faz todo o sentido).&nbsp;</div><div style="text-align: left;"><br /></div><div style="text-align: left;">Ducktails tiveram dois álbuns de brilhantemente modestas jams de quarto (sonhadoras, simples), James Ferraro prosseguiu os seus estudos sobre a degradação, projecção e invenção da memória, da adolescência, Nite Jewel deu-lhe um tom dançável, de club, Gary War fez canções noise a partir da pop (e vice-versa).&nbsp;</div><div style="text-align: left;"><br /></div><div style="text-align: left;">E há Oneohtrix Point Never (no qual começo a mergulhar) e Emeralds na outra ponta, menos pop, mais neo-new-age, do fenómeno.&nbsp;</div><div style="text-align: left;"><br /></div><div style="text-align: left;">Música de fantasmas, memórias fixadas em VHS de fita corroída pelo tempo, canções feitas entre o sonho e a realidade vista a partir de quartos com equipamento de gravação barato, imagens mentais de praias. Tudo isto ao mesmo tempo ou em doses individuais.</div><div style="text-align: left;"><br /></div><div style="text-align: left;">Faltou um disco de GÉNIO a esta gente? Talvez (se bem que a Wire ponha "Rifts" de Oneohtrix bem nas alturas), mas foi isto que animou o cenário indie.</div></div>]]>
        
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    <title>Morreu Jack Rose - RIP</title>
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    <published>2009-12-06T00:18:38Z</published>
    <updated>2009-12-06T00:27:45Z</updated>

    <summary><![CDATA[Notícia muito triste: morreu Jack Rose.&nbsp;Recupero uma entrevista que lhe fiz para o então Y, algures em 2006.excursões pelo desconhecido&nbsp; A solo ou nos Pelt, Jack Rose é&nbsp;um dos agentes mais activos e importantes da moderna "psicadelia" vinda de solo...]]></summary>
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        <name>Pedro Rios</name>
        
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        <![CDATA[<span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; "><p><span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;">Notícia muito triste: <a href="http://www.bodyspace.net/noticia.php?id=00839">morreu Jack Rose</a>.&nbsp;</span></p><p><span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; ">Recupero uma entrevista que lhe fiz para o então Y, algures em 2006.</span></p><p><div style="text-align: center;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large; "><img src="http://image.hinah.com/lorseau/pzic/concert/jackrose/jackrose1.jpg" height="300" /></span></div><font size="5" face="Times New Roman"><div style="text-align: center;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "><font size="5" face="Times New Roman"><b>excursões pelo desconhecido</b></font>&nbsp;</span></div>

</font></p><p style="text-align: center;"><font size="3" face="Times New Roman"><i>A solo ou nos Pelt, Jack Rose é&nbsp;um dos agentes mais activos e importantes da moderna "psicadelia" vinda de solo norte-americano. "(Untitled)"</i>&nbsp;<i>dos Pelt ou "Kensington Blues" demonstram que tradição e experimentação não são qualidades musicais incompatíveis.</i></font>&nbsp;<br /></p><p><font size="3" face="Times New Roman"><b>Pedro Rios</b></font><b>&nbsp;</b><br /></p><p><font size="3" face="Times New Roman">Falar em tradição e experimentação a Jack Rose, um dos veteranos Pelt e autor de uma notável discografia a solo, é tocar-lhe num ponto sensível. Não sem razão, diga-se: passaram 40 anos desde que John Fahey e Robbie Basho resolveram pegar na folk e nos blues e explorar a liberdade existente nas formas tradicionais da música americana, cruzando-as com outras tradições musicais (como a música indiana ou a erudita). Ciente do que fazia, Fahey chamou a um dos seus temas "Guitar excursions into the unknown" .</font></p><p><font size="3" face="Times New Roman">"(Untitled)" dos Pelt e "Kensington Blues", a solo, revelam duas faces de uma mesma atitude perante a música. Se com os rapazes de Richmond, Virgínia, pioneiros da chamada "New Weird America" e da moderna "psicadelia", é a improvisação que sustenta os seus longos temas, nos discos em nome próprio a composição assume cada vez mais uma preocupação para Jack Rose.</font></p><p><font size="3" face="Times New Roman">Contudo, ambos os canais criativos são, segundo o músico, igualmente exploratórios. "Nunca penso na música em termos de tradição ou experimentação. Para mim é apenas música", diz Jack Rose ao Y. "Música é música e é sempre exploratória. Tanto Charley Patton como os Borbetomagus têm o mesmo efeito quando os estou a ouvir - ambos transmitem-me sentimentos de raiva, tristeza, frustração, o que quer que seja. Ambos são inovadores e soam-me contemporâneos".</font></p><p><font size="3" face="Times New Roman">"Kensington Blues" foi todo gravado ao primeiro "take", facto demonstrativo da técnica apurada de Rose, que teve contacto com a guitarra através dos discos de Mississippi John Hurt, Blind Willie Johnson, Rev Gary Davis e Bukka White, com 12 ou 13 anos.</font></p><p><font size="3" face="Times New Roman">É o disco de Rose que mais remete para John Fahey. Logo no tema inicial, o lado alegre dos primeiros discos do saudoso e genial guitarrista salta do "fingerpicking" de Rose e há até uma versão mais acelerada de "Sunflower river blues" (tema que os Pelt chegaram a gravar nas sessões de "Pearls from the River"). À primeira vista, a semelhança podia ser entendido como uma homenagem. A influência é assumida, mas o conhecimento profundo que Rose tem da obra de Fahey permite-lhe ser mais do que um mero copista. "Penso que a minha versão de 'Sunflower river blues' pode ser vista como um tributo. É uma das minhas canções favoritas e achei que era altura de gravá-la", reconhece. Mas defende: "Qualquer bom artista ou grupo tem em conta o que vem atrás dele. A palavra 'homenagem' pode indicar que o que eu faço é copiar Fahey. Ouvi a música dele durante anos, integrei-a em mim e sempre que toco será evidente que ele tem uma enorme influência em mim. Honra-me ser mencionado ao lado dele, mas Fahey é apenas uma peça - uma grande peça - do meu ADN musical". Rose afirma ainda que o legado de Robbie Basho (que editou na Takoma, de Fahey) é importantíssimo: "as peças com 12 cordas são muito influenciadas por ele, tanto na técnica, como na composição".</font></p><p><font size="3" face="Times New Roman">A abordagem perante a guitarra acústica tem valido a Jack Rose comparações à&nbsp;nova geração de guitarristas, onde se incluem Ben Chasny (Six Organs of Admittance), Sir Richard Bishop (dos Sun City Girls), Steffen Basho-Junghans, Glenn Jones, James Blackshaw, entre outros. "Estou feliz por existirem algumas pessoas a tocar guitarra acústica de forma não new age. Guitarristas como [Leo] Kottke, [Will] Ackerman, [Michael] Hedges e outros não acrescentaram nada a Basho e Fahey. Não consideraria Chasny ou Bishop como seguidores da Takoma porque há muito mais na música deles que apenas Fahey ou Basho. O Rick [Bishop] não soa a um guitarrista da Takoma. Ele foi uma grande influência para mim mesmo antes de ouvir Basho ou Fahey. Sou fã dos Sun City Girls há 10 anos - com excepção do Roy Buchannan, o Rick e o Alan [Bishop] foram os primeiros americanos que ouvi a fazerem ragas e coisas influenciadas pelo médio oriente na guitarra", revela.</font></p><p><font size="3" face="Times New Roman">Jack Rose viajou com Glenn Jones, no ano passado, pela Europa, numa digressão que passou por Portugal. O convívio demorado com o membro dos Cul de Sac, com quem os Pelt já haviam colaborado, contribuiu para a abordagem mais composicional de "Kensington Blues", quando comparado com os álbuns anteriores ("Red Horse, White Mule"<i>, "</i>Opium Musick", ambos de 2003, e "Raag Manifestos", do ano passado). "Now that I'm a man full grown II" - um lamento agudo a decorrer ao mesmo tempo que o "fingerpicking" furiosamente rápido nos graves - evoca até directamente a profundidade instrumental e expressiva de "This Is The Wind That Blows It Out" (2004) de Glenn Jones. "É engraçado que o tema te evoque o Glenn porque a técnica dele teve influência em mim desde que o conheci. Aprendi mais sobre composição com o Glenn e os discos e os concertos dele ajudaram-me a afastar da improvisação", diz.</font></p><p><font size="3" face="Times New Roman">"A maior parte das ideias que estão no disco tinham estado em gestação há uma dar de anos. 'Tex' e 'Crossing the great waters' de 'Raag Manifestos' foram as versões iniciais de "Calais to Dover' e 'Cross the North' respectivamente. Algumas das peças de ragtime apareceram no CD-R de Dr. Ragtime [pseudónimo de Jack Rose dedicado a este género de música tradicional norte-americana] que saiu em 2001: 'Flirtin' with the undertaker' não mudou muito, mas 'Rappahanock river rag' é muito diferente de 'Old country rock'", explica.</font>&nbsp;<br /></p><p><font size="3" face="Times New Roman"><b>Minimalismo e "hillbilly"</b></font></p><p><font size="3" face="Times New Roman">"(Untitled)" é o segundo disco inteiramente acústico dos Pelt, depois de "Pearls from the River" (2003). É o nono "álbum" do quarteto no sentido tradicional do termo, num percurso de 10 anos, que inclui ainda múltiplos CD-R e colaborações.</font></p><p><font size="3" face="Times New Roman">"Gravámos num gravador digital de oito pistas na minha sala de jantar aqui em Filadélfia. (...) Foi como se estivéssemos a fazer um álbum noise, mas com instrumentos acústicos. Quase todos os sons electrónicos têm um equivalente acústico. Um bom exemplo disso são as gravações de gongos por La Monte Young e Marian Zazeela", diz.</font></p><p><font size="3" face="Times New Roman">Ao incorporar instrumentos e músicas tradicionais na música experimental, os Pelt resolvem a aparente contradição entre tradição e experimentação, de forma mais evidente que Jack Rose a solo. Por isso, o conhecido crítico "underground" Byron Coley viu nos Pelt o cruzamento entre o minimalismo do Theatre of Eternal Music de La Monte Young e a tradição americana, cunhando-os de "Hillbilly Theatre of Eternal Music". "Essas formas musicais têm o drone [repetição contínua de um som] como elemento comum", diz. Nos Pelt, a música indiana e as suas ragas estão a um passo de distância: "Os blues americanos usam muitos microtons e escalas semelhantes à da música indiana".</font></p><p><font size="3" face="Times New Roman">No primeiro tema (todas as peças não têm título), a influência do minimalismo é evidente: um longo "drone" (14 minutos) de algo que parece ser um harmónio é pincelado aqui e ali por cintilações eléctricas e névoas de ruído distantes. O terceiro tema induz igualmente o transe, tirando partido das altas frequências obtidas através do "slide" nas guitarras - o efeito é de contemplação extática. A guitarra acústica de Rose é o fio condutor da segunda peça, o tema central de "(Untitled)", com 30 minutos, e talvez aquele em que as múltiplas fontes de inspiração mais se cruzam e transmutam - a peça prossegue com divagações livres de violoncelo e esraj (instrumento indiano).</font></p><p><font size="3" face="Times New Roman">A improvisação é&nbsp;a matriz de todos as obras dos Pelt, mas "geralmente há um enquadramento ou uma discussão prévia", salvaguarda Rose. "Nunca me considerei um improvisador livre e não estou muito interessado em tocar com pessoas exteriores ao meu círculo, a não ser que elas estejam disponíveis para trabalhar da nossa forma". "(Untitled)" é unicamente produto da banda, reforçada agora com Mikel Dimmick. "Ele viaja connosco há anos como assistente de som e 'roadie'. O Mike [Gangloff] e ele têm um grupo chamado Spiral Joy Band onde o Mikel toca electrónica, gongos e taças de som [instrumento tibetano, também usado nos Pelt]. O Patrick [Best] não pôde viajar connosco na nossa primeira digressão europeia no ano passado e o Mikel entrou para o lugar dele. Depois pareceu natural que ele devia ficar no grupo".</font></p><p><font size="3" face="Times New Roman">Os Pelt foram, de certa forma, pioneiros da chamada "New Weird America", termo encontrado no ano passado por David Keenan da revista britânica "Wire" para classificar artistas como Matt Valentine ou Sunburned Hand of the Man. 10 anos depois da fundação do grupo, o interessa pelas músicas tradicionais e psicadélicas aumentou? "As coisas estão bem melhores do que há 10 anos atrás. Mesmo assim, os meados da década de 90 foram tempos excitantes porque era muito bom encontrar gente interessada nas mesmas coisas que tu. Principalmente por causa da Internet, há muitos mais fãs e é mais fácil cobrir os custos de viagem e talvez até ganhar algum dinheiro. Mesmo há cinco anos atrás, a ideia de fazer algum dinheiro parecia absurda. Além disso, quase toda a gente nas audiências odiava a nossa música ou ficava totalmente indiferente. Agora podemos tocar em qualquer lado e há quase sempre alguém que é fã".</font></p></span> ]]>
        
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    <title>Que palavras estão mais presentes nos programas de Rio e de Elisa? (act.)</title>
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    <published>2009-09-16T19:06:42Z</published>
    <updated>2009-10-09T20:56:51Z</updated>

    <summary>Nuvem de palavras com base no programa de Rui Rio [PDF] (clique na imagem para ver em maior dimensão) Nuvem de palavras com base no programa de Elisa Ferreira [PDF] (clique na imagem para ver em maior dimensão)Nota - Foram...</summary>
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        <name>Pedro Rios</name>
        
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        <![CDATA[<div align="left"><div align="left"><div align="center"><font style="font-size: 1.25em;"><b>Nuvem de palavras com base no programa de Rui Rio [<a href="http://www.oportoemprimeiro.com/pdf/programa_02.pdf">PDF</a>]</b></font><br /></div><a href="http://www.pedrorios.eu/imagens/wordle_rui_rio_2009.jpg"><img src="http://www.pedrorios.eu/imagens/wordle_rui_rio_2009.jpg" width="500" /></a>

<em></em><br /></div><em></em></div><em><font style="font-size: 1em;"><br /><br />(clique na imagem para ver em maior dimensão)</font><br /><br /></em>

<div align="left"><div align="left"><div align="center"><b><font style="font-size: 1.25em;">Nuvem de palavras com base no programa de Elisa Ferreira [<a href="http://www.portoparatodos.com/dynamicFiles/press_20.pdf">PDF</a>]<br /></font></b></div><a href="http://www.pedrorios.eu/imagens/wordle_elisaFerreira2009.jpg"><img src="http://www.pedrorios.eu/imagens/wordle_elisaFerreira2009.jpg" width="500" /></a>

<br /><br /><em><font style="font-size: 1em;">(clique na imagem para ver em maior dimensão)<br /><br /></font></em><i>Nota - Foram retiradas palavras irrelevantes para a representação visual do sentido global do texto (como "nomeadamente" e "outras").

<br /></i><br /><br /></div></div>]]>
        
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    <title>Os 50 melhores singles da década (salvo alterações de força maior no curso das coisas)</title>
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    <published>2009-08-11T09:42:48Z</published>
    <updated>2009-08-11T11:42:41Z</updated>

    <summary> Por ordem alfabética. Em suma, a minha década é de M.I.A. e dos Animal Collective.!!! - Me and Giuliani Down By the Schoolyard50 cent - In Da ClubAmérie - 1 ThingAnimal Collective - &quot;Who Could Win a Rabbit&quot; Animal...</summary>
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        <![CDATA[<img src="http://farm2.static.flickr.com/1270/532426501_5e2161c958.jpg?v=0" width="319" height="239" />

<br /><br /><b>Por ordem alfabética. Em suma, a minha década é de M.I.A. e dos Animal Collective.</b><br /><br />!!! - Me and Giuliani Down By the Schoolyard<br />50 cent - In Da Club<br />Amérie - 1 Thing<br />Animal Collective -  "Who Could Win a Rabbit" <br />Animal Collective - Grass<br />Animal Collective - My Girls<br />Arcade Fire - Neighborhood #1 (Tunnels)<br />Arcade Fire - "Neighborhood #2 (Laïka)" <br />Arcade Fire - "Neighborhood #3 (Power Out)"<br />Ariel Pink - For Kate I Wait<i> (não é bem um single, mas tem videoclip e é incrível)</i><br />Beyoncé ft. Jay-Z - Crazy in Love<br />Björk - Earth Intruders<br />Black dice - Cone Toaster<br />Broken Social Scene -  7/4 Shoreline<br />Buraka Som Sistema (ft. MIA, Dj Znobia, Saborosa, Puto Prata)- Sound of Kuduro <br />Burial - Distant nights<br />Clipse - Wamp Wamp (What It Do)<br />Devendra Banhart - Sight To Behold<br />Dizzee Rascal - Fix Up, Look Sharp<br />Eminem - Lose yourself<br />Hot chip - Ready for the floor<br />Jimmy Eat World - A Praise Chorus<br />The Strokes - Someday<br />Justin Timberlake - My Love<br />Kelis - Milkshake<br />LCD Soundsystem - Losing My Edge<br />Lil Wayne - A Milli<br />Lily Allen - LDN<br />M.I.A. - Boyz<br />M.I.A. - Bucky Done Gun<br />M.I.A. - Jimmy<br />MIA - Paper Planes<br />Missy Elliott - Get Ur Freak On<br />Morrissey - Irish Blood, English Heart<br />Nelly Furtado - Promiscuous<br />Nelly - Hot In Herre<br />Outkast - Hey Ya!<br />Outkast - Ms. Jackson<br />Panda Bear - I'm Not/Comfy in Nautica<br />Panda Bear - Bros<br />Panda Bear - Take pills<br />Radiohead - Pyramid Song<br />The Rapture - House of Jealous Lovers<br />The Go! Team - Grip like a vice<br />The Hives - Hate to Say I Told You So<br />The Streets - Has It Come To This<br />TV on the Radio - Staring at the Sun<br />Vampire Weekend - Cape Cod Kwassa Kwassa<br />The Walkmen - The Rat<br />Yeah Yeah Yeahs - Date with the Night<br />Yeah Yeah Yeahs - Maps<br /> ]]>
        
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    <title>Boas notícias para a mudança de paradigma</title>
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    <published>2009-07-07T12:35:56Z</published>
    <updated>2009-07-07T19:11:00Z</updated>

    <summary>O investimento publicitário em Portugal deverá cair este ano 14,6 por cento em relação ao ano passado, totalizando 680,7 milhões de euros. A Internet, com um aumento previsto de dez por cento face ao ano passado (para um investimento de...</summary>
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        <name>Pedro Rios</name>
        
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        <![CDATA[<a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1390674"><span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_txtTextos" style="font-size: 11px;">O
investimento publicitário em Portugal deverá cair este ano 14,6 por
cento em relação ao ano passado, totalizando 680,7 milhões de euros. A
Internet, com um aumento previsto de dez por cento face ao ano passado
(para um investimento de 24,6 milhões de euros) será o único sector a
escapar.</span></a><br /><br />Adenda:<br /><a href="http://www.233grados.com/blog/2009/07/la-publicidad-en-internet-sigue-creciendo-pero-el-papel-contin%C3%BAa-en-ca%C3%ADda.html">La publicidad en internet sigue creciendo, pero el papel continúa en caída</a> ]]>
        
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    <title>Lições do West Seattle Blog</title>
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    <published>2009-07-06T14:25:56Z</published>
    <updated>2009-07-06T14:41:22Z</updated>

    <summary> Vale a pena ler no New Business Models For News as &quot;lições&quot; de Patrick Sand e Tracy Record, o casal que gere e mantém o WestSeattleBlog.com. Jornalismo (hiper-)local que está a gerar receitas.Destaco algumas:We sponsor a number of community...</summary>
    <author>
        <name>Pedro Rios</name>
        
    </author>
    
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    <category term="modelosdenegócio" label="Modelos de negócio" scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#tag" />
    
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        <![CDATA[<img src="http://newsinnovation.com/wp-content/uploads/2009/07/Picture-4-300x188.png" />

<br /><br />Vale a pena <a href="http://newsinnovation.com/2009/07/03/news-innovators-on-the-frontline-westseattleblog-com/">ler no New Business Models For News</a> as "lições" de Patrick Sand e Tracy Record, o casal que gere e mantém o <a href="http://westseattleblog.com/blog/">WestSeattleBlog.com</a>. Jornalismo (hiper-)local que está a gerar receitas.<br /><br />Destaco algumas:<br /><i><br /></i><ul><li><i>We sponsor a number of community events. It sounds mercenary, but
there's a lot of ways that you end up networking out of those. We run a
banner on a local foot ferry to downtown Seattle.</i></li><li><i>We offered a free seminar to help businesses interact with their
customers on the web. It wasn't an advertising pitch, we provided some
basic information like setting <a href="http://www.google.com/alerts">Google alerts</a> so you know if your business is being discussed someplace on the web.</i></li><li><i>we don't believe people are ready for self-service advertising yet. In
some contexts they are, but a larger portion need service. I'm not
being stupid like the travel industry that said people are always going
to need travel agents. It'll get to the point where people are ready
for self-serve, but it isn't there yet.</i></li></ul>Mais no <br />]]>
        
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    <title>Data(journalism?)</title>
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    <id>tag:www.pedrorios.eu,2009://1.47</id>

    <published>2009-06-29T23:39:35Z</published>
    <updated>2009-06-29T23:45:28Z</updated>

    <summary> The ability to turn data quickly into analysis and editorial product is key for the future of journalism. The question is whether these datahounds will be working for media or tech companies, or combinations of the two. Stephen Baker...</summary>
    <author>
        <name>Pedro Rios</name>
        
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        <![CDATA[<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="michaelJacksonNYT.jpg" src="http://www.pedrorios.eu/imagens/michaelJacksonNYT.jpg" class="mt-image-none" style="" width="500" /></span> <div><br /></div>

<em>The ability to turn data quickly into analysis and editorial product is key for the future of journalism. The question is whether these datahounds will be working for media or tech companies, or combinations of the two.</em>

<a href="http://www.businessweek.com/the_thread/blogspotting/archives/2009/06/the_new_york_ti.html">Stephen Baker - BusinessWeek Online - Blogspotting</a>]]>
        
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    <title>&quot;A transparência é a nova objectividade&quot;</title>
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    <published>2009-06-29T17:30:26Z</published>
    <updated>2009-06-29T17:54:17Z</updated>

    <summary>A ideia (ou mito) da objectividade foi sempre uma parte fundamental da cartilha jornalística e do pensamento em torno da profissão. Apesar de contestado por vários teóricos (e também por muitos jornalistas), a ideia de verdade e da sua busca...</summary>
    <author>
        <name>Pedro Rios</name>
        
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.pedrorios.eu/">
        <![CDATA[A ideia (ou mito) da objectividade foi sempre uma parte fundamental da cartilha jornalística e do pensamento em torno da profissão. Apesar de contestado por vários teóricos (e também por muitos jornalistas), a ideia de <i>verdade </i>e da sua <i>busca</i> ainda enche muitos discursos de repórteres.<br /><br />A Net vem ajudar a deitar por terra esta mitificação. <b>"A transparência é a nova objectividade"</b>, <a href="https://twitter.com/#search?q=%22transparency%20is%20the%20new%20objectivity%22">disse</a> hoje, no Personal Democracy Forum, <span class="status-body"><span id="msgtxt2389810630" class="msgtxt en"><a href="http://twitter.com/dweinberger">David Weinberger</a>, que falava sobre a Wikipédia mas cujo discurso se aplica à tradicional <i>voz da verdade </i>das empresas jornalísticas.<br /><br />Há dois casos recentes em que se vê que esta ideia já encontra eco nas mais esclarecidas empresas jornalísticas:<br /><br /></span></span><span class="status-body"><span id="msgtxt2389810630" class="msgtxt en"><b>- Despesas dos deputados britânicos - </b>A maior e mais pertinente experiência de <i>crowdsourcing </i>da breve história dos <i>media </i>digitais? <br /><br />Com quase meio milhão de páginas de documentos para rever, levaria demasiado tempo ao "Guardian" para descobrir potenciais irregularidades. Pois bem: o jornal disponibilizou os documentos para os leitores (ainda faz sentido falar apenas em leitores?) colaborarem na tarefa titânica. <br /><br />Mais de 22 mil pessoas participaram.<br /><br /></span></span><span class="status-body"><span id="msgtxt2389810630" class="msgtxt en"><b>- Irão - </b>Sem
enviados especiais (por proibição de Teerão) e com uma avalanche de
dados em bruto (fotografias no Flickr, vídeos no YouTube, <i>tweets</i>, <i>posts </i>em
blogues) para processar, os <i>media </i>reposicionaram-se como filtros,
curadores e acrescentadores de sentido. <br /><br />"Process journalism" em vez de
"product journalism", <a href="http://www.buzzmachine.com/2009/06/26/the-king-of-twitter/">resumiu</a> Jeff Jarvis. <br /><br />De novo, o "Guardian" destacou-se na solução apresentada: <a href="http://www.guardian.co.uk/news/blog/2009/jun/24/iran-crisis"><i>liveblogging </i></a>com <i>links </i>para aquelas e outras fontes, incluíndo outros <i>media</i>.</span></span><br />]]>
        
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    <title>Documentário sobre colaboração online</title>
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    <id>tag:www.pedrorios.eu,2009://1.45</id>

    <published>2009-05-18T22:50:08Z</published>
    <updated>2009-05-18T22:57:04Z</updated>

    <summary> Us Now takes a look at how this type of participation could transform the way that countries are governed. It tells the stories of the online networks whose radical self-organising structures threaten to change the fabric of government forever....</summary>
    <author>
        <name>Pedro Rios</name>
        
    </author>
    
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        <![CDATA[<object width="400" height="225"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4489849&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4489849&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="225"></object><br /><br />

<i><a href="http://usnowfilm.com/">Us Now</a> takes a look at how this type of participation could transform
the way that countries are governed. It tells the stories of the online
networks whose radical self-organising structures threaten to change
the fabric of government forever.</i><br /> ]]>
        
    </content>
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    <title>Black Dice - &quot;Repo&quot;</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.pedrorios.eu/2009/05/black-dice---repo.html" />
    <id>tag:www.pedrorios.eu,2009://1.44</id>

    <published>2009-05-18T22:18:54Z</published>
    <updated>2009-05-18T22:27:59Z</updated>

    <summary> Escrevo algumas linhas sobre &quot;Repo&quot;, o novo dos Black Dice, no Bodyspace. Saudades de &quot;Load Blown&quot;......</summary>
    <author>
        <name>Pedro Rios</name>
        
    </author>
    
        <category term="Música" scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" />
    
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.pedrorios.eu/">
        <![CDATA[<div align="left"><a href="http://www.bodyspace.net/album.php?album_id=1576"><img src="http://www.bodyspace.net/imgs/capas/1242671748Blackdicerepo.jpg" class="imgs" border="0" width="197" height="197" /></a></div> <br />Escrevo algumas linhas sobre "Repo", o novo dos <a href="http://www.myspace.com/blackdicemyspace">Black Dice</a>, no <a href="http://www.bodyspace.net/album.php?album_id=1576">Bodyspace</a>. Saudades de "Load Blown"...<br />]]>
        
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    <title>A minha primeira experiência com o Yahoo Pipes</title>
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    <published>2009-04-13T21:26:01Z</published>
    <updated>2009-04-13T21:29:47Z</updated>

    <summary> {&quot;pipe_id&quot;:&quot;kKLmFG8o3hGQs5YedvQQIA&quot;,&quot;_btype&quot;:&quot;map&quot;}...</summary>
    <author>
        <name>Pedro Rios</name>
        
    </author>
    
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        <![CDATA[ <script src="http://pipes.yahoo.com/js/mapbadge.js">{"pipe_id":"kKLmFG8o3hGQs5YedvQQIA","_btype":"map"}</script>]]>
        
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    <title>Até quando?</title>
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    <published>2009-03-14T14:38:24Z</published>
    <updated>2009-03-15T23:30:36Z</updated>

    <summary>Já aconteceu (nos sites do Sol e da RTP, nomeadamente) e volta a acontecer. O Sol volta a utilizar uma fotografia do JornalismoPortoNet (JPN), um jornal com direito a ser respeitado e a ver cumprida a sua licença Creative Commons,...</summary>
    <author>
        <name>Pedro Rios</name>
        
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    <category term="sol" label="Sol" scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#tag" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.pedrorios.eu/">
        <![CDATA[Já aconteceu (nos sites do Sol e da RTP, nomeadamente) e volta a acontecer. O <a href="http://www.sol.pt/">Sol</a> volta a utilizar uma fotografia do <a href="http://209.85.229.132/search?q=cache:Z52xJHL4aiQJ:jpn.icicom.up.pt/2008/03/28/teixeira_dos_santos_classifica_de_desonestas_as_criticas_a_descida_do_iva.html+jpn+teixeira+dos+santos&amp;cd=1&amp;hl=pt-PT&amp;ct=clnk&amp;gl=pt&amp;client=firefox-a">JornalismoPortoNet</a> (JPN), um jornal com direito a ser respeitado e a ver cumprida a sua <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/deed.pt">licença Creative Commons</a>, apesar de ser produzido quase na totalidade por alunos (com muito mais sentido ético nestas matérias que estes órgãos, diga-se). Curiosamente, apesar de só agravar as coisas, esta fotografia é de um profissional que trabalha, ocasionalmente para o JPN.<br /><br /><div align="center"><img src="http://www.pedrorios.eu/imagens/sol_teixeiraSantos_JPN.jpg" width="434" height="285" /><br /></div><br /><br />O que é mais grave - e, sobretudo, incompreensível é que o semanário terá um número infindável de fotografias de Teixeira dos Santos para ilustrar esta notícia. Mas <a href="http://images.google.pt/images?q=teixeira%20dos%20santos&amp;oe=utf-8&amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;client=firefox-a&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;sa=N&amp;hl=pt-PT&amp;tab=w">Google</a> é um caminho mais rápido. Até quando vai durar este "vale tudo" em alguns meios digitais portugueses?<br /><br /><br /><br />]]>
        
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    <title>Efeitos da crise?</title>
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    <id>tag:www.pedrorios.eu,2009://1.41</id>

    <published>2009-02-23T15:40:14Z</published>
    <updated>2009-02-23T15:46:42Z</updated>

    <summary>Primeiro foi Fat Mike, o tipo gordo dos NOFX e da Fat Wreck Chords. Agora é Brett Gurewitz, dos Bad Religion e da Epitaph, que põe a sua mansão à venda. A ascenção das figuras do punk a empresários de...</summary>
    <author>
        <name>Pedro Rios</name>
        
    </author>
    
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    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.pedrorios.eu/">
        <![CDATA[Primeiro foi <a href="http://www.thedailyswarm.com/headlines/punk-mogul-fat-mike-sells-sf-mansion-5-million/">Fat Mike</a>, o tipo gordo dos NOFX e da Fat Wreck Chords. Agora é <a href="http://www.thedailyswarm.com/headlines/buy-bad-religions-brett-gurewitz-house-obly-28-million/">Brett Gurewitz</a>, dos Bad Religion e da Epitaph, que põe a sua mansão à venda. A ascenção das figuras do punk a empresários de sucesso é um dos temas ligados à música que mais me fascina (ainda ontem comprei um <a href="http://www.amazon.com/So-Called-Punk-Distillers-Religion-How-Stage-Dived/dp/0312337817/ref=sr_1_2?ie=UTF8&amp;qid=1235397563&amp;sr=8-2">livro sobre isso</a>). <br /><br /><br /> ]]>
        
    </content>
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    <title>Integração multimédia</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.pedrorios.eu/2009/02/integracao-multimedia.html" />
    <id>tag:www.pedrorios.eu,2009://1.40</id>

    <published>2009-02-18T19:16:42Z</published>
    <updated>2009-02-18T19:23:18Z</updated>

    <summary> O PortugalDiário volta a marcar pontos no aproveitamento do meio online.Entrevistaram o vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Lino Ferreira, em directo (transmitido em vídeo). O vereador respondeu a perguntas enviadas pelos comerciantes do Mercado do Bolhão. Os...</summary>
    <author>
        <name>Pedro Rios</name>
        
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    <category term="portugaldiário" label="Portugal Diário" scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#tag" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://www.pedrorios.eu/">
        <![CDATA[ <img src="http://diario.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13112651/235" /><br /><br />O PortugalDiário <a href="http://www.pedrorios.eu/2008/11/eleicoes-eua-portugal-diario-2---resto-dos-media-1.html">volta</a> a marcar pontos no aproveitamento do meio <i>online</i>.<br /><br />Entrevistaram o vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Lino Ferreira, em directo (transmitido em vídeo). <br /><br />O vereador respondeu a perguntas enviadas pelos comerciantes do Mercado do Bolhão. <br /><br />Os vídeos foram depois editados e <a href="http://diario.iol.pt/sociedade/luisa-melo-bolhao-lino-ferreira-entrevista-mercado-do-bolhao/1043196-4071.html">estão agora numa peça</a> que segue a linguagem de balões (palavras ou frases que abrem uma janela de vídeo, som ou imagem) introduzida por cá pelo <a href="http://jpn.icicom.up.pt/2007/03/21/jpn_com_imagem_renovada_e_novas_funcionalidades.html">JPN</a>.<br />]]>
        
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