Chega-se a Portugal, depois de uns dias no país vizinho, aproveita-se o última dia de mini-férias para fazer cortar o cabelo. Na barbearia, uma mão cheia de desocupados fala sobre a morte. Um cita Raul Solnado (na verdade, queria dizer Henrique Viana): "Não tenho medo da morte, tenho é pena de morrer". "Lar, doce lar", pensei.
Barbearia
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